Perus Esportes Radicais

Perus Esportes Radicais - Rappel na Fábrica de Cimento Perus.






Tour em Perus


Tour em Perus


Buraco já existia a mais de ano?


quinta-feira, 1 de março de 2007

Diário de S. Paulo

Site http://www.sptrans.com.br/clipping_anteriores/2007/mar%C3%A7o2007/clipping010307/pagina1.htm

Eleições "decepções com o mundo gay"

Se acreditam nas idéias "boas" dos candidatos porque é que elegem a mesma bagaceira que está na política há anos? Só para pegar os mais votados e caricatos, o cantor Netinho de Paula recebeu 84 mil votos e figurou em terceiro lugar entre os dez mais votados. O Vereador Netinho, do PSDB, que é, de certa forma, aliado da causa LGBT em São Paulo, e que teve nota 9,4 na avaliação feita pela tucana Veja, ficou em nono lugar. Um candidato no mínimo interessante, mas não gay. Ou pelo não assumido, vai saber. E o Chalita, então? Foi secretário de Educação do Estado, não fez nada de muito relevante e ainda assim conseguiu ser o vereador mais votado no município.


E-jovem

Sem público por falta de divulgação acontece Corridas de rua


Sem público por falta de divulgação aconteceu Corridas de rua no último Domingo.



Cerca de 700 pessoas participaram da corrida e caminhada. A largada aconteceu às 8h na praça do Samba (rua Mogeiro, s/ nº), e, em menos de 15 minutos, já foi conhecido o vencedor da prova: Wilton Silva. Paulo Sérgio Viana e Édison de Souza completaram o pódio.



No feminino, a prova foi vencida por Elinéia Aquino, seguida por Fátima Santos e Eva Brochatt. Os vencedores ganharam, além de medalha e troféu, um kit com chocolates e cereais. A caminhada durou cerca de 45 minutos.

Falta cultura, lazer e saúde em SP, aponta Ibope

Não são apenas serviços básicos que falham nos bairros da periferia de São Paulo. Uma pesquisa do Ibope feita com 6.503 revendedoras de cosméticos da Natura, em parceria com o Movimento Nossa São Paulo, mostra a população carece de equipamentos e serviços nas áreas de lazer, cultura e assistência social.

Na avaliação das entrevistadas, faltam

ciclovias (31%),

abrigos para moradores de rua (36%),

fóruns de Justiça (37%),

centros de apoio ao trabalhador (40%),

delegacias da Mulher e eventos culturais em locais públicos (41%).

Alem de oferta de serviços e entretenimento privados, como teatro, cinema, universidades particulares, shoppings e hospitais particulares.

O resultado SERÁ ENTREGE ao prefeito Gilberto Kassab e a vereadores.

Entre os serviços privados escassos,

46% das entrevistadas apontaram agências bancárias;

29% farmácias

25% supermercados e consultórios médicos.

Uma das perguntsa da pesquisa era onde às entrevistadas iam quando precisavam de algum item que não há no bairro onde elas residem. Em Perus 37% das moradoras procuram itens escassos no centro da cidade. A viagem chega a durar duas horas.


Feira de Artesanato

Feira de Artesanato
Venha conhecer nossa feira, com trabalhos feitos por voluntários e por crianças. Você vai gostar das novidades.


Rua Pe. Manoel Campello, 344
Vila Perus
Tel. 3918-5553

GUERRA DO ENTULHO

sexta-feira, 13 de abril de 2007

Jornal da Tarde

Pra começo de conversa

GUERRA DO ENTULHO

Imitem, por favor!

Eis uma iniciativa que deveria ser imitada. A Subprefeitura de M'Boi Mirim está preparando blitze rigorosas contra caminhõe de entulho que lançam suas cargas clandestinas na região. A operação se dará dia e noite, com apreensão imediata dos veículos. O local de descarga preferido é a Estrada da Baronesa, que recebe em média 3 mil toneladas por mês.

O DRAMA DE PERUS (1)

Este é um lugar onde...

Não seria má idéia se a Fundação Paula Souza, responsável pelas escolas técnicas , as chamadas ETEs, decidisse instalar uma, de imediato, diga-se de passagem, em Perus. Senão, vejamos: esse distrito na Zona Oeste da Cidade, afastado 30 km, à beira da Via Anhangüera, tem população estimada de 140 mil habitantes. Nada menos do que 70% estão na faixa do zero aos 30 anos.

O DRAMA DE PERUS (2)

...não há espaço para jovens, embora...

Portanto, Perus é comunidade extremamente jovem. E como não tem sequer uma escola profissionalizante, o futuro dessa juventude fica comprometido,se forem somados seus índices de vulnerabilidade social à era de desemprego em que vivemos. Por exemplo: segundo a Fundação Seade, a média de renda familiar ali é de R$ 393. Convém lembrar que o Comitê de Segurança Alimentar dirigido por dom Mauro Morelli e cujas atividades foram suspensas no governo Lembo, apontava Perus como uma das áreas mais críticas do Estado, em se tratando de fome.

DRAMA DE PERUS (3)

...eles sejam a maioria!

Não por acaso a subprefeita Ana Leonor Alonso lançou o projeto 'Perus Jovem', tentativa de abrir perspectivas. O que ela escreveu no folheto a respeito reflete a crueza local. Escreveu: 'Ser jovem, em Perus, é encontrar uma realidade que o jovem não merece/é buscar oportunidades que ainda não existem/é tentar a sorte estimulado por um sonho.'

ASSISTÊNCIA SOCIAL

Na Prefeitura é melhor

O processo de municipalização de 34 serviços de assistência social do Estado, ora em estudos, está levantando uma uma constatação curiosa na sua esteira: o atual custo de R$ 11 milhões por mês precisará receber uma injeção talvez de 100% a mais. Motivo: o melhor padrão de qualidade da Prefeitura. Um dos serviços a serem incorporados é o conhecido Arsenal da Esperança.

Projeto Expresso Bandeirantes


O governador José Serra (PSDB) decidiu adiar o projeto Expresso Bandeirantes, em Janeiro de 2007, sem prazo definido, o lançamento do convite para empresas apresentarem propostas com os projetos básicos de engenharia e de modelagem financeira para o Expresso Bandeirantes.

O governo vai primeiro reavaliar a relação custo-benefício da implantação dessa ligação ferroviária. O secretário-adjunto da Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos, João Paulo de Jesus Lopes, informou que o governo não desistiu do trem, mas quer detalhar a viabilidade econômica desse projeto.





Deu no jornal! Perus: ainda sem hospital

Perus: ainda sem hospital

Quinta-Feira, 28 de Agosto de 2008

O Estado de S. Paulo

Perus: ainda sem hospital

Dinheiro de leilão só pode ir para obras ambientais

Mônica Cardoso

Com a realização do leilão dos créditos de carbono há quase um ano, os moradores de Perus, na zona norte de São Paulo, esperavam que os recursos fossem destinados para a construção de um hospital público. "A comunidade foi à audiência pública para sugerir o hospital. Mas a subprefeitura já tinha uma planilha e disse que os recursos eram apenas para projetos de desenvolvimento sustentável", diz Roberta Mendes, auxiliar técnica em Educação.

Os bairros de Perus e Anhangüera, que abrigam 170 mil moradores, contam com um pronto-socorro e duas unidades de Assistência Médica Ambulatorial (AMA). O hospital mais próximo fica em Parada de Taipas, distante cerca de meia hora.

"A Secretaria de Finanças e a Biogás orientaram que os recursos fossem aplicados em obras voltadas para o meio ambiente", diz a subprefeita de Perus, Sandra Santana. "A Secretaria do Verde e Meio Ambiente pensa em fazer uma escola de marcenaria, fazendo reúso da madeira", diz. Segundo ela, a população não se opôs às propostas da Prefeitura nem apresentou nenhum projeto.

"Os recursos arrecadados com a venda de créditos de carbono não têm destinação específica. Depende do que é estabelecido pela prefeitura ou pelo contrato", diz o advogado Ludovino Lopes, especializado em direito ambiental. Caso o dinheiro não tenha destinação específica, ele pode ser utilizado em obras prioritárias, como escolas e hospitais. Segundo ele, duas cidades do Pará pretendem realizar leilões de crédito de carbono em breve com o objetivo de direcionar os recursos para projetos sociais, como inclusão digital.

Até agora, a subprefeitura investiu R$ 6.441.917,30 em obras que estão em andamento: R$ 1,66 milhão em três praças, R$ 951 mil em um plano estratégico do bairro, R$ 3,61 milhões em cinco praças que estão em processo de licitação, R$ 32 mil no projeto para a construção de blocos esportivos e culturais e R$ 148 mil em projeto de nove novas áreas verdes.





Prefeitura de SP fará novo leilão de créditos de carbono

Quinta-Feira, 28 de Agosto de 2008

O Estado de S. Paulo

Prefeitura de SP fará novo leilão de créditos de carbono

Vizinhos de aterros sanitários dizem que dinheiro tem sido mal aplicado

Eduardo Reina e Mônica Cardoso

A Prefeitura de São Paulo lança hoje edital para a venda de 713 mil créditos de carbono - Reduções Certificadas de Emissão (RCEs) - obtidos com o controle de emissão de gases geradores do efeito estufa nos dois aterros sanitários existentes na capital: Bandeirantes e São João. Os dois depósitos, que recebiam cerca de 13 mil toneladas de resíduos diariamente, têm instalados sistemas de captação de gases produzidos pela decomposição do lixo. Esse gás é utilizado para a geração de energia elétrica.

No bairro de Perus, na zona oeste, onde funcionou o Aterro Bandeirantes até o ano passado, os moradores reclamam que o dinheiro arrecadado no primeiro leilão, realizado em setembro de 2007, não está sendo aplicado para atender à demanda da população local (leia texto abaixo). Na ocasião, foram vendidos 808.450 créditos de carbono. O vencedor foi o banco holandês FortisBank, que pagou 16,20 por tonelada, num total de 13.096,89, ou R$ 34 milhões.

De acordo com a Secretaria Municipal de Finanças, todos os recursos oriundos desse leilão estão sendo investidos na melhoria das condições de vida dos moradores da região do aterro. O dinheiro foi remetido para o Fundo Especial do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Fema).

Até hoje, foram construídas ou reformadas três praças públicas no bairro. Há ainda um conjunto de projetos em fase de elaboração pela Subprefeitura de Perus e pelo Departamento de Parques e Áreas Verdes (Depave), como a construção de uma escola de madeira do Programa Pau a Pique, que desenvolverá mobiliário urbano para a Prefeitura a partir da utilização de madeira proveniente da poda realizada nos parques municipais.

Responsável pelo Fema, a Secretaria do Meio Ambiente informou que foram realizadas várias reuniões com a comunidade da região para definir os projetos que seriam implantados com os recursos da venda dos créditos de carbono. Por definição da lei nº 13.155, de 29 de junho de 2001, justifica a administração municipal, os recursos só podem financiar projetos voltados ao meio ambiente.

SETEMBRO

O segundo leilão de RCEs está marcado para 25 de setembro, na BM&F Bovespa. Dos 713 mil créditos de carbono a serem negociados, 454.343 são do Aterro Bandeirantes e foram emitidos no período de 1º de janeiro de 2007 a 31 de março de 2008. Os 258.657 restantes foram emitidos pelo Aterro São João, entre 22 de maio de 2007 e 31 de março de 2008.

O secretário de Finanças, Walter Aluísio Moraes Rodrigues, espera arrecadar mais do que o valor obtido com o leilão das RCEs de 2007 (R$ 34 milhões), embora a quantidade de créditos de carbono ofertada seja menor. Segundo Rodrigues, a exemplo do que ocorreu no leilão do ano passado, os recursos obtidos também deverão ser aplicados em melhorias dos bairros localizados no entorno dos dois depósitos nas zonas oeste e leste.

A usina do Bandeirantes tem capacidade de geração de 170 mil MW/h de energia por ano. Já o São João tem capacidade de 200 mil MW/h por ano, o equivalente ao consumo de uma cidade de 400 mil habitantes.

Compra de votos em Caieiras




O $$$ da Camargo Correia e suas afiliadas estão subindo a cabeça dos candidatos. Estão chafurdando na Lama.. ou no lixo?

Parque linear ou Parque ciliar


Mata ciliar é a designação dada à vegetação que ocorre nas margens de rios e mananciais. O termo refere-se ao fato de que ela pode ser tomada como um espécie de "cílio", que protege os cursos de água do assoreamento.


Mata ciliar, uma variante de cerrado, é composta por vegetação mais frondosa. Ocupa áreas de vales úmidos ao longo de cursos de água, em solos aluvionados por conta erosão. Meliaceae, Euphorbiaceae, Moraceae, Lauracea, entre outras, fazem parte do grupo de espécies existentes nessa vegetação. É também importante no processo de barragem de detritos e para estabilização de barrancos. ( Wikipédia )


O conceito “Parque Linear” é referente à necessidade de recuperação dos córregos e fundos de vale, permitindo garantir ajardinamento e/ou arborização de faixa mínima ao longo das margens, como preservação aos nossos recursos hídricos. Assim, o parque linear dará tratamento ao leito do córrego e estimulará, através de educação ambiental, o uso adequado do espaço público e especialmente o respeito à natureza. Despejo de lixo e esgoto serão coibidos e a limpeza preconizada.


Considerada pelo Código Florestal Federal como "área de preservação permanente", com diversas funções ambientais, devendo respeitar uma extensão específica de acordo com a largura do rio, lago, represa ou nascente.:)

SP tem mais serviço social em bairros ricos


Os dez distritos da cidade que oferecem mais vagas em programas sociais e educacionais para crianças e adolescentes estão nas regiões centrais e mais bem estruturadas de São Paulo. Já os dez distritos com as mais frágeis redes de proteção ficam nas periferias e concentram número elevado de crianças e jovens em condição de pobreza extrema. O ranking dos serviços no Município, obtido com exclusividade pelo Estado, foi encomendado ao Instituto Lidas pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA).

Veja também:
Em SP, projetos sociais unificados amenizam carências


Em primeiro lugar no ranking de atendimento ficou Moema, na zona sul. Entre os mais de 70 mil moradores da área, 53% vivem em famílias cujo chefe ganha mais de 20 salários mínimos por mês, situação que se reflete nos indicadores sociais do bairro. Perto de 70% da população teve mais de 12 anos de estudos. Das meninas com idade entre 10 e 19 anos, apenas 1,73% enfrentaram problemas de gravidez na adolescência. A taxa de homicídios no bairro, em 2006, foi de 1,5 caso por 100 mil habitantes, semelhante à de países desenvolvidos. Para cada mil crianças e adolescentes do bairro até 18 anos, 564 dispõem de vagas em diferentes serviços conduzidos pela Prefeitura e por entidades do terceiro setor - passando por vagas em creche, apoio socioeducativo, orientação sócio-familiar e medidas socioeducativas.Os dez primeiros distritos no ranking, todos com mais de 285 vagas ofertadas para cada mil crianças e jovens de até 18 anos que vivem na região, possuem 1,5% de seus jovens em situação de pobreza extrema (seguindo os índices de vulnerabilidade social da Fundação Seade). Para se ter uma idéia da elevada concentração de serviços nessas áreas, toda a capital oferece, em média, 89 vagas para cada mil pessoas até 18 anos, enquanto 17% de seus jovens vivem em pobreza extrema.A situação se inverte em Perus, o último colocado entre os 96 distritos, que tem dez vagas em diferentes tipos de serviços para cada mil moradores de até 18 anos ou 56 vezes menos do que o distrito de Moema. Ao mesmo tempo, 11% de seus jovens estão em situação de extrema pobreza. Em 2006, por exemplo, o índice de homicídios na região alcançou 31 casos por 100 mil habitantes, total 21 vezes maior do que em Moema.


No mesmo ano, 17% das mulheres no distrito com idade entre 10 e 19 anos engravidaram. A situação se repete entre os dez piores colocados do ranking, que chegam a oferecer no máximo 24 vagas de serviços sociais e educacionais para cada grupo de mil com idades até 18 anos. Ao mesmo tempo, em média 12% de seus jovens estão em situação de pobreza extrema.E o ranking traz surpresas. O Brás, na região central, é o quarto distrito com menor oferta de vagas, com um índice de 14 vagas para cada mil jovens do bairro. Como é vizinho de distritos com alta oferta, como Belém e Água Rasa, ambos entre os 20 mais bem colocados, a carência de serviços acaba sendo amenizada.Já o distrito do Grajaú, na periferia sul, com 76 vagas por cada mil pessoas de até 18 anos, fica um pouco abaixo da média registrada na capital. A situação piora quando se constata que mais de 42 mil crianças e jovens vivem em situação de pobreza extrema, o que representa 32% da população até 18 anos. "Ainda não tínhamos um quadro dos serviços na cidade e o estudo ajuda a detectarmos as distorções", afirma a presidente do CMDCA, Elaine Macena Ramos. "Com esse quadro, temos como ajudar a orientar investimentos do poder público e do terceiro setor e como cobrar melhorias para as populações menos beneficiadas."



Bruno Paes Manso, de O Estado de S. Paulo

Centro de exposições e eventos em Pirituba

A prefeitura de São Paulo a criação de um centro de exposições e eventos em Pirituba, em uma área de 4 milhões de meros quadrados, servida por trens (Estação vila Clarise), acesso à rodovia Anhanguera e Rodoanel.

A construção terá 500 mil metros quadrados de pavilhões, praças de alimentação, escritórios, salas de reunião, hotéis com categoria de 2, 3 e 4 estrelas e uma arena multiuso para 40 mil pessoas.

Veja o mapa .