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Perus nas Eleições 2014



Faz tempo que não escrevo um artigo, a falta de tempo é uma das principais culpadas, a outra é a descrença que em escrever, criticar e mostrar alguma coisa mude. É fato que não muda nada, o bairro de Perus continua o mesmo, sem saúde e sem segurança, mas ganhamos praças. Que bom! Acredito até que as praças foram construídas premeditadamente, quem sabe  para trazer os noias da cracolândia para a periferia.

O fato é que a culpa não é dos políticos e governantes, os verdadeiros culpados são os moradores que em sua maioria são passivos e caminham para o abatedouro a cada eleição. O que Tiririca fez por Perus? E o que o seu deputado, senador, vereador fez pelo seu Bairro?

Chegou as eleições e de volta a mesma coisa, você vai ver, Perus pode até eleger um deputado estadual, mas o povo que poderia eleger um representante vai eleger um palhaço, afinal  PANIS ET CIRCENSES é que o povo merece. Ou será que o povo vota em quem mais o espelha? Um Palhaço..?

 

Politicos já começam a Invadir Perus !

Cuidado!!! Depois de 3 anos sem ninguém para olhar pela população de Perus, eles voltaram para comprar seu voto!! Vão empestear nossas ruas com suas fotos sorridentes a esperar você a noite na saída da estação de trens. E se ele te encontrar pessoalmente vai te dar um abraço e uma camiseta! No domingo ele vai ver um jogo na CDM e fazer um churrasco para comemorar.

Comemorar a burrice dos eleitores, por que você é um idiota e vai voltar a votar nele, mas o que ele fez por você ou Perus??? Já se perguntou isso? Vote em alguem do Bairro ou em alguem que nunca foi eleito para mostrar seu trabalho. Falo isso já que até hoje nenhum vereador fez nada por você ou pelo Bairro de Perus..  



Prefeito! Em entrevista a Band o único candidato a prefeito que falou de Perus foi Ana Luiza Figueiredo (PSTU) 

 PERGUNTA: Qual a proposta para a saúde em São Paulo? 


Uma cidade para os trabalhadores é uma cidade com a saúde 100% Pública, Estatal e para todos! Nós do PSTU não temos dúvida: saúde não é mercadoria, privatização não rima com saúde. A realidade de muitos planos privados de saúde não é diferente da que descrevemos: extrema dificuldade para marcar consultas com especialistas, profissionais mal pagos e insatisfeitos, exames e procedimentos que “o convênio não cobre”, porque o objetivo é o lucro. Por isso propomos que a prefeitura da cidade mais rica do país tenha uma rede de saúde condizente com as necessidades da população. Construiremos hospitais nas regiões carentes que não têm leitos, como Parelheiros, Perus e Cidade Ademar. Reverteremos todas as privatizações dos equipamentos de saúde. Trabalharemos com a meta de chegar a 100% de cobertura da população por equipes de saúde da família. Faremos concursos públicos para disponibilizar os profissionais necessários para um atendimento de saúde universalizado e integral. Melhoraremos a remuneração e condições de trabalho dos funcionários públicos, incluindo também uma jornada de trabalho mais humanizada (30 horas de jornada de trabalho para as categorias que reivindicam esta carga horária). Propomos como desafio que a espera por uma consulta ou exame especializado caia para no máximo uma semana. Também temos de ampliar os recursos financeiros para a saúde. Para isso propomos medidas como: suspender o pagamento da dívida do município junto à união, cerca de quatro bilhões de reais por ano, até porque o montante já pago pela prefeitura foi muito superior à dívida negociada. Não quero que você vote em um ou outro, apenas pense e não faça nas urnas o que você faz no banheiro. [Fonte]

Antes de votar pense: Ex-desempregado virou dono de loja de bolos

Ex-desempregado, Sergio virou dono de loja de bolos. Ao lado da mulher Ana, ele começou a vender a produção na calçada. Com o empréstimo, pôde expandir os negócios.

No distrito de Perus, na Zona Norte de São Paulo, Sergio Luís Rodrigues Barbosa e a mulher Ana Conceição Lopes vivem da venda de bolos recheados. O casal tem um carrinho de rua e uma loja. Mas não foi sempre assim. Ex-metalúrgico, Sergio ficou desempregado e não conseguia mais uma recolocação no mercado de trabalho. Para ter algum dinheiro e sustentar a família, fazia bicos.

A situação precária preocupava Barbosa e Ana. Foi quando tiveram a ideia de aproveitar a “boa mão” de Ana na cozinha fazer bolos. Primeiro venderam os produtos, feitos em casa, numa banquinha improvisada instalada no centro de Perus. Depois viram num panfleto que poderiam pegar um empréstimo no programa São Paulo Confia, da prefeitura de São Paulo.

O primeiro empréstimo foi de cerca de R$ 400 e serviu para comprar matéria-prima e um carrinho com vitrine para vender os produtos. Há um ano, o casal abriu a loja Ana Bolos, especializada em bolos para festas. A cozinha é equipada com batedeiras e fornos industriais, tudo comprado com empréstimos do São Paulo Confia. O trabalho é dividido entre o casal e a nora. O quilo do produto sai por R$ 15, em média, e são confeitados cerca de 15 bolos por final de semana, fora os vendidos até hoje por Barbosa no carrinho. A renda mensal do casal é de R$ 2 mil, em média.

A maior dificuldade, segundo o microempresário, é ter a confiança do cliente. “As pessoas costumam ter receio de experimentar quando se trata de um produto alimentício”, explica.

Como funciona. Os programas de microcrédito costumam exigir a formação de grupos de tomadores de recursos, os chamados devedores solidários, que se responsabilizam pelos colegas. Assim que faz o pedido, o tomador do crédito recebe a visita de um agente da instituição que fará uma longa entrevista sobre os planos para os recursos. O propósito é fazer um levantamento sócio-econômico. Alguns bancos também orientam o cliente sobre o uso do dinheiro.

Para os bancos, montar uma estrutura de atendimento para este tipo de financiamento pode não ser tarefa fácil, por isso alguns têm optado por terceirizar a administração desses recursos.

O maior beneficiado com esse movimento é o Bando do Nordeste (BNB), que tem atendido a demanda dos concorrentes e hoje é responsável por 65% do microcrédito mapeado no Brasil, segundo Marcelo Azevedo, executivo da área na instituição.

A carteira de clientes do microcrédito do BNB tem crescido a uma taxa anual de 30% e o volume emprestado aumentou 40% do ano passado para cá. Em março, o desembolso foi de R$ 164,8 milhões e a inadimplência chegou a 1,13%.

Azevedo explica o motivo do crescimento: “A crise afetou mais as atividades formais e estruturadas. Já a economia real, da baixa renda, continuou no mesmo nível de consumo.” / P.P.

[Fonte]