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135 câmeras vigiarão as ruas de São Paulo


A Prefeitura de São Paulo pretende aumentar em 136% o número de câmeras de seguranca espalhadas pela cidade até o final do ano. Os atuais 99 equipamentos vão se transformar em 234.

As câmeras são usadas pela GCM (Guarda Civil Metropolitana) para coibir crimes e agir rapidamente. As licitações para a compra dos novos equipamentos já estão em andamento.

Segundo o Plano de Metas da Prefeitura, elaborado no ano passado, 8.400 câmeras deverão ser instaladas na cidade até 2012. Mas, se continuar no ritmo atual, a meta dificilmente será atingida. De 2006 até hoje, foram postos em operação 99 aparelhos (1,18% do total). Se mais 135 estiverem em funcionamento até o final do ano, serão 234, ou seja, 2,78% da meta.

A prefeitura chegou a elaborar edital para a compra de 8.400 câmeras. No site do plano de metas, há a informação de que o andamento do processo de aquisição foi suspenso pelo TCM (Tribunal de Contas do Município). Documento do tribunal afirma, porém, que a licitação foi revogada pela própria prefeitura devido a várias “incongruências” apontadas pelo tribunal. Procurada, a Secretaria Municipal de Segurança Urbana não respondeu.

[Fonte]

Antes de votar pense: Ex-desempregado virou dono de loja de bolos

Ex-desempregado, Sergio virou dono de loja de bolos. Ao lado da mulher Ana, ele começou a vender a produção na calçada. Com o empréstimo, pôde expandir os negócios.

No distrito de Perus, na Zona Norte de São Paulo, Sergio Luís Rodrigues Barbosa e a mulher Ana Conceição Lopes vivem da venda de bolos recheados. O casal tem um carrinho de rua e uma loja. Mas não foi sempre assim. Ex-metalúrgico, Sergio ficou desempregado e não conseguia mais uma recolocação no mercado de trabalho. Para ter algum dinheiro e sustentar a família, fazia bicos.

A situação precária preocupava Barbosa e Ana. Foi quando tiveram a ideia de aproveitar a “boa mão” de Ana na cozinha fazer bolos. Primeiro venderam os produtos, feitos em casa, numa banquinha improvisada instalada no centro de Perus. Depois viram num panfleto que poderiam pegar um empréstimo no programa São Paulo Confia, da prefeitura de São Paulo.

O primeiro empréstimo foi de cerca de R$ 400 e serviu para comprar matéria-prima e um carrinho com vitrine para vender os produtos. Há um ano, o casal abriu a loja Ana Bolos, especializada em bolos para festas. A cozinha é equipada com batedeiras e fornos industriais, tudo comprado com empréstimos do São Paulo Confia. O trabalho é dividido entre o casal e a nora. O quilo do produto sai por R$ 15, em média, e são confeitados cerca de 15 bolos por final de semana, fora os vendidos até hoje por Barbosa no carrinho. A renda mensal do casal é de R$ 2 mil, em média.

A maior dificuldade, segundo o microempresário, é ter a confiança do cliente. “As pessoas costumam ter receio de experimentar quando se trata de um produto alimentício”, explica.

Como funciona. Os programas de microcrédito costumam exigir a formação de grupos de tomadores de recursos, os chamados devedores solidários, que se responsabilizam pelos colegas. Assim que faz o pedido, o tomador do crédito recebe a visita de um agente da instituição que fará uma longa entrevista sobre os planos para os recursos. O propósito é fazer um levantamento sócio-econômico. Alguns bancos também orientam o cliente sobre o uso do dinheiro.

Para os bancos, montar uma estrutura de atendimento para este tipo de financiamento pode não ser tarefa fácil, por isso alguns têm optado por terceirizar a administração desses recursos.

O maior beneficiado com esse movimento é o Bando do Nordeste (BNB), que tem atendido a demanda dos concorrentes e hoje é responsável por 65% do microcrédito mapeado no Brasil, segundo Marcelo Azevedo, executivo da área na instituição.

A carteira de clientes do microcrédito do BNB tem crescido a uma taxa anual de 30% e o volume emprestado aumentou 40% do ano passado para cá. Em março, o desembolso foi de R$ 164,8 milhões e a inadimplência chegou a 1,13%.

Azevedo explica o motivo do crescimento: “A crise afetou mais as atividades formais e estruturadas. Já a economia real, da baixa renda, continuou no mesmo nível de consumo.” / P.P.

[Fonte]

O 3º aeroporto de São Paulo vai ser em Caieiras


Projeto do 3º aeroporto de SP une construtoras. Camargo e Andrade disputarão juntas concessão de novo aeroporto em São Paulo.

A Camargo Corrêa, que possui entre as subsidiárias uma empresa chamada Aporte, que opera aeroportos no Chile, Colômbia, Honduras e Curaçau, se associou à também construtora Andrade Gutierrez para construir e operar o terceiro aeroporto de São Paulo. Executivos da Camargo estiveram discutindo o assunto recentemente no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O projeto já está pronto, mas para ser colocado em prática depende da decisão do governo de fazer um marco regulatório permitindo que o futuro aeroporto internacional de São Paulo possa ser construído e operado pela iniciativa privada, seguindo o modelo de decreto assinado na semana passada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O decreto permitiu que o Aeroporto de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte, fosse objeto de concessão. A assessoria de imprensa da Camargo Corrêa confirmou a existência do projeto e manifestou interesse em construir e operar o aeroporto. Ressalvou, no entanto, que "aguarda o modelo do marco regulatório do governo" para apresentar a sua proposta.

A empresa lembra também que possui know-how na operação de aeroportos, por meio da Aporte. Citou que a Aporte é sócia da suíça Unique, que administra o Aeroporto de Zurique, na Suíça, considerado durante cinco anos o mais eficiente do mundo. Procurada, a Andrade não quis se pronunciar.

Uma das áreas em estudo para o aeroporto seria a cidade de Caieiras, a 35 quilômetros da capital. O aeroporto teria capacidade para receber 22 milhões de passageiros por ano, a mesma movimentação de Cumbica, conforme estudo elaborado com a consultoria de uma empresa ligada à Boeing. A obra exigiria recursos de US$ 2 bilhões de dólares e a previsão é que não tenha participação pública.

Caieiras. A Camargo Corrêa já tem uma área na região de Caieiras, comprada em 2007 pela CCDI, braço de incorporação imobiliária do grupo. O terreno de 5,2 milhões de metros quadrados pertencia à Companhia Melhoramentos e é uma área de reflorestamento.

O local fica a 20 km do Centro de São Paulo, margeado pela Rodovia Tancredo Neves (principal ligação com a capital). Quando anunciou a compra do terreno em Caieiras, a Camargo divulgou que construiria no local um empreendimento residencial para baixa renda. O projeto, porém, não teve seguimento na prefeitura. "Eles não têm autorização para construir", disse o prefeito Roberto Hamamoto.

Hamamoto ficou sabendo pela imprensa que a cidade está cotada para abrigar o aeroporto. Ele demonstrou interesse, mas acha que o terreno da Camargo Corrêa não tem condições de ser usado. "O impacto ambiental seria imenso, porque a área é cortada por mananciais."

Pauta. De acordo com informações obtidas pelo Estado, a concessão à iniciativa privada de um terceiro aeroporto em São Paulo voltou à pauta do governo pelo presidente Lula. Ele quer que um modelo de concessão para o novo aeroporto de São Paulo comece a ser estudado.

Esse assunto enfrenta resistências no governo. Oficialmente, o governo informa que o decreto de concessão se restringe ao aeroporto do Rio Grande do Norte e qualquer nova movimentação só ocorrerá no próximo governo. Em nota, o Ministério da Defesa declarou que "a União, com o marco legal atual, não pode autorizar os governos estaduais a fazer concessões de aeroportos à iniciativa privada".

Informações que circulavam ontem em Brasília apontavam que o consórcio Camargo Corrêa-Andrade Gutierrez teria interesse na construção do aeroporto se o modelo fosse de autorização e não de concessão, como o de São Gonçalo do Amarante.

Segundo técnicos do governo, essa hipótese não tem chance de ir adiante, por ser um regime muito brando para um serviço público de infraestrutura aeroportuária.


[Fonte]

EFPP está renascendo




A EFPP está renascendo, aos poucos recebemos informações de que a ferrovia está sendo revitalizada.


Do blog peruspirapora.blogspot.com vem o post :EFPP recebe locomotiva Simplex !!!
Um dia muito especial para a história da EFPP.

Foi recebida hoje a locomotiva Simplex adquirida junto a uma fazenda de banana no litoral de São Paulo.

A locomotiva, fabricada em Bedford, Inglaterra por Motor Rail Ltd - Simplex Works provavelmente no final dos anos 40 ou início dos 50, é uma das únicas sobreviventes de seu porte - senão a única - no Brasil.

Antes encostada sem serviço por 8 anos, a preciosa locomotiva manteve-se em condições originais, inclusive com o seu motor Dorman diesel de 2 cilindros.

O transporte foi realizado em dois dias:

No primeiro dia (4 de junho), a locomotiva foi posta em marcha por um curto espaço de tempo para as gravações do depoimento de seu antigo maquinista em sua companheira inglesa de 25 anos de trabalho. Em seguida foram separados um par de rodeiros e um radiador sobressalente. Com muito cuidado, a locomotiva é içada e colocada com toda a segurança sobre o estrado do caminhão. Em seguida foram colocados os rodeiros e o radiador reserva. A chuva e os borrachudos aparecem para se despedir da máquina. Sr Antônio, seu antigo maquinista, fica visivelmente emocionado. O caminhão deixa a fazenda e percorre lentamente os caminhos rurais até ganhar a rodovia pavimentada, seguindo direto para a garagem da transportadora, onde chega por volta de 19:30.

No segundo dia, o caminhão sai às 7 da manhã em direção à pn do km 2, onde chega por volta das 7:30. O trole tubarão já se encontra no local para as boas-vindas. O par de rodeiros é colocado no trole e a locomotiva é cuidadosamente baixada até a linha. Em seguida é engatada ao trole e, com apoio dos operadores do caminhão, consegue embalo para seguir linha abaixo até o Corredor, onde foi estacionada, na linha 1, junto à jardineira.

A Simplex sofrerá um processo de limpeza e manutenção para trazer de volta sua funcionalidade, sobretudo com revisão dos sistemas de arrefecimento e lubrificação.

Cabe citar que esta conquista não seria possível sem a preciosa colaboração de Nilson Rodrigues, um dos maiores entusiastas da EFPP e também profundo conhecedor das ferrovias bananeiras do tipo "Decauville" de São Paulo.


1a viagem da locomotiva Simplex na EFPP


Segundo Nilson, é a primeira locomotiva que a EFPP recebe desde 1961, ano em que chegaram as máquinas oriundas da Usina Monte Alegre.

[Fonte]

Conheça as mudanças no Plano Diretor

Conheça o projeto de mudança no Plano Diretor. Definição das chamadas macroáreas estão entre os pontos mais polêmicos do texto.

Em reta final, os ajustes da revisão do Plano Diretor Estratégico têm previsão para serem levados a plenário na Câmara Municipal no próximo dia 22. A votação das mudanças pode ocorrer no mesmo dia.

Em reunião realizada na última terça-feira, a comissão especial que elabora o substitutivo apresentou os pontos aos demais vereadores. Segundo o relator do projeto de lei, vereador José Police Neto (PSDB), a definição das chamadas macroáreas estão entre os pontos mais polêmicos do texto.

As macroáreas “dividem” e determinam o nível de ocupação e de infraestrutura disponíveis em cada espaço. Assim, bairros como Barra Funda, Bela Vista, Brás, Jaguaré, Ipiranga, Santa Cecília e parte da Lapa seriam enquadrados como pertencentes à macroárea de reestruturação e requalificação urbana. Para esses locais, espalhadas em torno de linhas de transporte de alta capacidade e zonas industriais, o texto prevê a reversão do esvaziamento populacional através do estímulo ao adensamento, reorganização da infra-estrutura e do transporte.

Entre os instrumentos urbanísticos e jurídicos previstos para essas mudanças estão o incentivo a construções em áreas não permitidas e o parcelamento do pagamento de taxas e impostos, como IPTU progressivo,

Já em outras áreas haverá o controle do adensamento, do padrão de verticalização, e da saturação viária. São as macroáreas de urbanização consolidada, que incluem bairros de classe média alta como Alto de Pinheiros, Butantã e Moema. Já na macroárea de urbanização em Consolidação, o projeto prevê o estímulo à ocupação integral de bairros como Itaquera e Freguesia do Ó.

Por fim, a macroárea de urbanização e qualificação, ocupada majoritariamente pela população de baixa renda, com infra-estrutura básica incompleta e concentração de favelas, o texto aborda incentivos para promover a regularização fundiária e melhorias no transporte coletivo. Estão nesta situação bairros como Perus, Capão Redondo e Cidade Tiradentes.

Segundo Police Neto, os vereadores terão agora 15 dias para “identificar melhor” as características de cada região e definir um planejamento melhor para a cidade.

[Fonte]

Revisão do plano diretor - Perus - Vereador Police Neto


Reclame com o Vereador Jose Police Neto , ele foi eleito por Perus e seu trabalho é defender seus eleitores: E-mail: policeneto@camara.sp.gov.br Tel.: 3396-4260 / Fax: 3396-3941 Twitter: http://twitter.com/policeneto

Organizações não governamentais estão se posicionando contra a revisão do Plano Diretor em discussão na Câmara Municipal de São Paulo. O Plano Diretor é um documento que define a ocupação do solo e o efeito disso na qualidade de vida das pessoas. "Um Plano Diretor é um espelho do futuro que garante não só para o setor público onde fazer obras e onde prestar serviços mas para toda a sociedade e para todas as empresas garante como a cidade vai ser", diz o arquiteto Jorge Wilheim.

Com 308 artigos, a atual versão está em vigor desde 2002. Era prevista uma revisão em 2006. Em 2007, a prefeitura encaminhou uma proposta para a Câmara, retirando diretrizes para políticas sociais e a base das regras de organização do espaço da cidade - as chamadas macroáreas.

"Ele tirou partes importantes da lei vigente e se tornou um plano eminentemente imobiliário", diz a diretora-executiva do movimento Defenda São Paulo, Lucila Lacreta. "A defesa é que esse processo seja paralisado. Nós estamos de acordo com outros setores da sociedade para que essa revisão seja feita só em 2012", diz o arquiteto e urbanista do Instituto Pólis, Kazuo Nakano.

Secretário do Desenvolvimento da cidade, Miguel Bucalem diz que já existem regras sobre políticas sociais na legislação federal, do estado e do próprio município. Por isso, defende que elas não precisam estar no Plano Diretor. Com relação às macroáreas, afirma que retirar esse ponto do plano não beneficia o setor imobiliário. "Elas podem oferecer uma leitura do território, mas elas não mudam o que pode se construir e o que deixa-se de construir na cidade", diz.

Só no ano passado, os vereadores começaram a analisar a proposta do Executivo. Agora, estão discutindo as alterações. São duas reuniões por semana com representantes de todos os partidos. Até agora, já definiram que os pontos retirados pela prefeitura vão voltar.

"Eu acho que boa parte do que há hoje em lei será mantido, tem algumas coisas que vamos aperfeiçoar", diz o 1º secretário da Mesa Diretora da Câmara, Chico Macena.

"Este é o momento que a gente pode trazer para a lei aquilo que a população falou", diz o líder governo, integrante da Comissão de Política Urbana, Metropolitana e Meio Ambiente, José Police Neto.

Os vereadores dizem que correm contra o tempo porque a meta é difícil. "Até maio nós vamos terminar", diz Domingos Dissei, presidente da Comissão de Política Urbana.

A pressa preocupa as organizações não governamentais.

As entidades também dizem que boa parte das diretrizes não foi colocada em prática, como a elaboração dos planos de bairro. Em oito anos, o único feito foi o de Perus, na Zona Oeste, onde moram 100 mil pessoas.

"Você vai num bairro e pergunta "O que o bairro precisa?". Ele sabe. Precisa de mais água pra escola, pavimentar tais ruas, drenar tal córrego, ele sabe. E essa reivindicação eles têm lá na ponta da língua", diz o arquiteto e urbanista Cândido Malta.

“Falta mesmo um hospital aqui pra gente. O ultimo hospital, o hospital mais perto que tem daqui é o de Taipas”, diz o encarregado de obra Pedro Gonçalves de Souza.


[Fonte]

Plano Diretor Estratégico - Todos devemos participar!

No quinto encontro da comissão que está elaborando o substitutivo ao projeto de revisão do Plano Diretor Estratégico, muitas sugestões encaminhadas durante as audiências públicas – realizadas por toda cidade em 2009 - foram relacionadas no documento que servirá de base para a construção de um novo modelo de desenvolvimento para cidade.

Os parlamentares discutiram o capítulo IV – das definições, que abrange o artigo 14. O grupo contou com a colaboração da arquiteta Nilza Toledo da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbana, que representa o Executivo. Temas como acessibilidade, trânsito, uso e ocupação do solo e desenvolvimento sustentável tiveram destaque nas sugestões propostas pelos vereadores.

O vereador Police Neto, relator da revisão do PDE, destacou algumas propostas encaminhadas pela população, como a manutenção de leis federais que estabelecem normas e regras para áreas de proteção ambiental. Outra sugestão da sociedade civil ressaltada pelo vereador foi a criação dos chamados “Bairros Verdes”, áreas residenciais com presença de vegetação que receberiam incentivos (certificado) para preservar seu ecossistema.

Para a arquiteta da Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Nilza Toledo, as propostas da sociedade civil são importantes para construção de um novo Plano Diretor. “Todas as sugestões encaminhadas pela população durante as audiências públicas são pertinentes e serão avaliadas pelo Executivo”, afirma.

O vereador Domingos Dissei, presidente da comissão, fez um balanço sobre os trabalhos da comissão e acredita que o resultado será positivo. “Temos mais de 100 definições conceituais para discutir, e o principal é que elas sejam amplas, claras e transparentes, que é o melhor para cidade”. Dissei ressaltou ainda a importância de ter uma equipe técnica da Prefeitura acompanhando o debate: “É importante para esclarecer os conceitos técnicos das sugestões encaminhadas à comissão”, disse o vereador.

Presença
Participaram da reunião os vereadores: Cláudio Fonseca, Cláudio Prado, Domingos Dissei, Jamil Murad, José Police Neto, Chico Macena, Antônio Goulart, Toninho Paiva, Floriano Pesaro, Eliseu Gabriel, Dalton Silvano e Ítalo Cardoso. Também estiveram no encontro assessores técnicos, representantes da sociedade e uma equipe da TV Câmara.

Agenda
A próxima reunião da comissão e elaboração da proposta do substitutivo ao PL 671/07 revisão do PDE será na segunda-feira (26/4), às 14h, na Sala Oscar Pedroso Horta, 1° subsolo, Câmara. Viaduto Jacareí, 100, centro.



[Fonte]

São Paulo esconde motos do SAMU

Samu tem 90% das motos fora das ruas de São Paulo.

Cerca de 20 motolâncias estão paradas em depósito da coodernação da Samu, na zona norte da capital, por falta de curso para motoristas. Essas motos poderiam estar atendendo Perus e Anhangüera.


Ao menos cinco meses após o Ministério da Saúde doar para o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) da cidade de São Paulo 80 motocicletas capazes de prestar atendimento de socorro a vítimas, apenas 10% delas estão nas ruas prestando esse serviço à população. A maior parte das chamadas motolâncias (60) está guardada em uma garagem na zona norte da capital à espera de que profissionais sejam qualificados pela prefeitura e pela PRF (Polícia Rodoviária Federal) para dirigi-las, conforme a reportagem do R7 apurou com funcionários do Samu.

A reportagem verificou no final de fevereiro passado e na última semana que cerca de 20 motos estavam paradas em garagem da coordenação do Samu, na zona norte da capital (veja vídeo abaixo). Em uma das ocasiões, o R7 ouviu de funcionários que as motolâncias estavam paradas ali há cerca de um ano e que, em razão do longo tempo sem uso, as baterias teriam sofrido danos.

Assista ao vídeo:






O coordenador do serviço, Paulo Kron, nega que os veículos estejam danificados, mas confirma que só oito motolâncias estão atualmente em atividade na capital. Elas atendem apenas quatro das 65 bases de São Paulo, nas quais o Samu recebe maior número de chamados. Kron diz que o Samu depende de cursos de direção defensiva oferecidos pela Polícia Rodoviária Federal para colocar as motos nas ruas.

- Depende do Ministério da Saúde e da Polícia Rodoviária Federal. A PRF precisa atender todo o Brasil, mas, se a gente [Samu da capital] tiver turmas formadas de maneira mais rápida, é evidente que haverá mais motos nas ruas. E podemos fazer apenas o curso da PRF, porque ele é recomendado pelo ministério e vai garantir a segurança dos meus funcionários.

A PRF, por sua vez, afirma que o número de instrutores não é suficiente para capacitar todos os profissionais do país. Até agora, segundo a Secretaria de Saúde da capital, foram dados três cursos no ano passado (em agosto, novembro e dezembro), nos quais 17 auxiliares de enfermagem com habilitação especial para motocicletas (tipo A) foram aprovados. Mas, nos cinco primeiros meses deste ano, só um curso foi oferecido durante março e abril.

A expectativa da Samu era colocar quatro novas motolâncias, a partir da última segunda-feira (19), guiadas pelos funcionários formados no último curso. Entretanto, até a publicação desta reportagem, nenhuma decisão havia sido tomada. A previsão do Samu é de que 60 motos prestem atendimento até o final deste ano. As outras 20 serão usadas como reserva.

O coordenador do serviço confirmou informação apurada pela reportagem de que as motos ainda não usadas estão guardadas em garagem da DTT (Divisão Técnica de Transportes) da Prefeitura de São Paulo, na rua Voluntários da Pátria, em Santana (zona norte), e em porão da coordenação da Samu da região norte, que fica no número 592 da avenida Álvaro Machado Pedrosa, no Tucuruvi, também na região norte.

Kron diz que as 80 ambulâncias foram recebidas do Ministério da Saúde entre agosto e novembro de 2009. O órgão federal não informou até a publicação desta reportagem quando as motos foram repassadas para a capital paulista. Sem contar as oito motocicletas que já estão nas ruas, as 52 motolâncias que serão usadas para o atendimento da população e que ainda estão paradas representam quase metade do total de ambulâncias distribuídas para todo o Estado pelo ministério. O investimento total foi de R$ 1,7 milhão só na capital.

Sobre os cursos, o Ministério da Saúde afirma que a PRF "está disponível para ministrar aulas a todos os profissionais de saúde da cidade de São Paulo; a capital foi, inclusive, tratada como prioridade para a realização do curso da polícia, tendo em vista as condições do tráfego das grandes cidades". A pasta, que padroniza e estabelece as condições para o uso das motolâncias, diz que o Samu poderia procurar alternativas para a capacitação dos auxiliares de enfermagem que vão atuar nas motolâncias para colocá-las com mais agilidade nas ruas.

Confira também

* Motoristas do Samu protestam

Juliano Leite, chefe da divisão de fiscalização de trânsito da PRF, diz que os instrutores da polícia não dão conta de treinar todos os profissionais do país e que, por isso, na próxima semana será formalizada uma mudança no curso.

- Ao invés de treinarmos os condutores, vamos formar instrutores para que eles ministrem aulas dentro da própria Samu.

Ainda segundo Leite, foram ministrados cinco cursos no Estado e, no primeiro, cerca de “60% dos funcionários da Samu do Estado de São Paulo foram reprovados”, o que explicaria o baixo índice de condutores aptos a dirigir as motocicletas.

Chance de sobrevivência

Na prática, as motolâncias servem para driblar o trânsito de São Paulo e chegar antes das ambulâncias convencionais para prestar o primeiro atendimento a vítimas, principalmente quando há risco de morte. O Samu afirma que as motolâncias reduzem pela metade o tempo do primeiro atendimento: de 16 minutos com as ambulâncias para oito minutos com as motocicletas.

Dependendo da situação, os primeiros minutos após acidente ou agravamento de um problema de saúde podem ser determinantes para a sobrevivência do paciente, explica Augusto Scalabrini, professor de emergências clínicas da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo).

- Em casos de parada cardíaca, cada minuto perdido representa 10% a menos de chances de sobrevida.

Os dois auxiliares que rodam em cada uma das oito ambulâncias da cidade são treinados, como exemplifica Kron, para fazer reanimação cardiorrespiratória, imobilizar coluna fraturada ou atender a paciente com convulsões.

- A prioridade máxima são casos envolvendo problemas no coração e cérebro. Os funcionários do Samu que atendem com as motolâncias deixam a vítima estabilizada e pronta para ser levada para o hospital pelas ambulâncias.

[Fonte]

Aulas gratuitas de ioga e Projeto de Incentivo à Leitura em Perus

Subprefeitura Perus inicia a programação mensal do Projeto de Incentivo à Leitura e
CEUs oferecem aulas gratuitas de ioga para a comunidade de vários bairros.



Os freqüentadores dos Centros Educacionais Unificados (CEUs) têm uma opção a mais na hora de praticar atividades físicas. É a ioga, prática milenar que, dentro dos CEUs, ganha cada vez mais adeptos. Segundo Bavani Ba, responsável pela prática de ioga no CEU Parque Anhangüera, a modalidade melhora a saúde física e emocional e rejuvenesce.

A atividade não se restringe aos estudantes dos centros, mas é aberta a toda a comunidade do entorno dos CEUs interessada em praticar a ioga. Cada aula tem em média 45 minutos de duração. Confira abaixo, a lista dos CEUs que possuem aulas de ioga, com os horários e telefones para mais informações sobre a disponibilidade de vagas e inscrições.



CEU Parque Anhangüera

Endereço: Pedro José de Lima, s/nº - Jardim Anhangüera

Telefone: 3911-8097

Horários:

Ioga Turma 1: Terça e quinta, das 14 às 15h30 (acima de 15 anos)

Ioga Turma 2: Quarta e sexta, das 14 às 15h30 (acima de 15 anos)

Relaxamento e Ioga: Quarta e sexta, das 7h15 às 8h15 (acima de 15 anos)

Ioga: Quarta e sexta, das 7h30 às 9h (acima de 18 anos)

Inscrição: com Ellen Luiz, das 7h30 às 19h.



CEU Perus

Endereço: Rua Bernardo José de Lorena, s/nº - Vila Malvina

Telefone: 3915-8746/3915-8752

Segunda, terça, quarta e quinta, das 10h30 às 12h30 (acima de 18 anos)

Segunda e quarta, das 15h às 16h30 (crianças de 5 a 7 anos)

Inscrição no balcão de atendimento, de segunda a sexta, das 8h às 19; sábado e domingo, das 8h às 16h30.





A Subprefeitura Perus, por meio da Supervisão de Cultura, preparou a programação das atividades do Projeto de Incentivo à Leitura que serão realizadas no mês de abril.

As atividades terão início hoje, às 10h, com o Encontro com Escritor, que terá a presença da poetisa-editora Renata de Matos. O evento será realizado no CEU Parque Anhangüera, na Rua Pedro José de Lima, 1.020, no Parque Anhangüera.

No dia 15, às 14h, haverá a palestra A Importância da Leitura, ministrada pelo escritor Carlos Galdino, no Ponto de Leitura da União dos Moradores do Parque Anhangüera, localizado na Rua Amadeu Caego Monteiro, 209, Jardim Santa Fé. Também será realizado o Sarau Literário, às 14h, no dia 27, no Centro da Criança e do Adolescente Alegria e Vida, que fica na Rua Alberto Callix, 158, no Morro Doce.

Todos os encontros serão mediados por Regina Oliveira e Alice Fagundes.

O interessado em participar dos eventos pode obter mais informações pelo telefone 3396-8624.

[Fonte]

NA RUA HIP HOP EM FESTA - Dia Nacional do Graffiti




Em comemoração ao Dia Nacional do Graffiti, o Ponto de Cultura Quilombaque, em parceria com o Hip Hop NAAÇÃO e Phone Raps, preparou um evento especial no Morro Doce, zona noroeste de Sampa. As atrações musicais são: Extremo Leste Cartel, Tabata-Boca do Lixo Produções, Rapper Pirata, Atividade Informal, JR, Almanaque, Gueto Sem Luz, Cartel Central, Dinastia, Daniel Bloco 9, Gonzalez. Também terão intervenções dos DJs da Phone Raps, break com LA Breakers e Impacto Breakers, além de graffiti com Guetus FC.


Local: Praça Florestan Fernandes, Morro Doce.


Itinerários:

- Da Pça. Ramos de Azevedo (ônibus 8622/10 Morro Doce) ou no Mercadão da Lapa (ônibus 8050-31, 8050-32 Morro Doce),pedir para descer na porteira e seguir direto até a Praça Florestan Fernandes, que fica do lado da EMEF Jd. Monte Belo.

- Lotação 8013/10 Terminal Jardim Britânia, no Mcdonald’s da Rua 12 de Outubro, na Lapa. Descer no Terminal e pegar a lotação 8013/10 Morro Doce. Descer próximo à Rua Florestan Fernandes, e caminhar até a Praça.

- De Perus: lotação 8014/10, que tem ponto no Term. Jd. Britânia. Pegar o 8013/10 Morro Doce e descer próximo à Rua Florestan Fernandes, e caminhar até a praça. Ou pegar o ônibus 8055/10 Barra Funda ou Lapa: descer no 2º ponto da Rod. Anhanguera, entrar no Term. Jd. Britânia e pegar a lotação 8013/10 Morro Doce.

Observação: devido a um desmoronamento de uma rua antes da escola Jd. Monte Belo (principal ponto de referência), o ônibus 8050/10 Morro Doce não está passando por lá, e o ponto final da lotação foi mudado. Por isso, a melhor opção será pegar os ônibus listados acima)

Comunidade Cultural Quilombaque
(11) 3915-7539



[Fonte]

Quando e que horas é minha coleta de Lixo


Quando e que horas é minha coleta de Lixo?
Para saber quando e que horas é sua coleta de Lixo em Perus e região você tem que entrar no site da LOGA, empresa que faz a coleta.

Ai começa o problema, como tudo que se refere a São Paulo é de acessibilidade "0", o site da LOGA tem um musica insistente, ele é feito TODO em Flash super pesado dificultando a navegação, não intuitivo, menus dispostos de maneira inadequada e de baixa acessibilidade.

Mais ai vai a dica de navegação para ter esses informações:


http://www.loga.com.br/
Clique em canal do cidadão;
Serviço on-line - Quando é minha coleta;
na caixa de texto digite seu endereço;


São Paulo 2012



Segundo projeções assim vai ser a cidade de São Paulo 2012 .

Escola de Samba Valença e Pacientes do Pinel formam bloco e fazem desfile de carnaval

Pacientes do Pinel formam bloco e fazem desfile de carnaval

Cantando “Com o pé pra fora estou feliz. Estou voltando a andar pela cidade”, trecho do samba enredo do Bloco do Pé pra Fora, do CAISM PHILIPPE PINEL, ligado à Secretaria de Estado da Saúde, pacientes, funcionários e comunidade desfilam nesta quinta-feira, 11 de fevereiro, às 15h pelos arredores do hospital.

Como diz a letra da música, escrita por um funcionário da unidade, o bloco carnavalesco busca a integração entre pacientes e a comunidade. “O objetivo é desmistificar o deficiente mental e acabar com preconceitos. O carnaval é uma festa para todos”, afirma a diretora de serviços do Núcleo de Administração Patrimonial e Presidente da Comissão de Festas, Zulmira Zoraide de Marcos.

O bloco existe desde 2001. Depois dos desfiles, haverá um Baile de Carnaval para os pacientes, que contará com a participação de sambistas e da bateria mirim do Grêmio Recreativo Escola de Samba Valença, de Perus. Os pacientes usarão fantasias e máscaras que foram confeccionadas pelos Jovens Acolhedores que trabalham no hospital.

O CAISM Phillippe Pinel fica na avenida Raimundo Pereira de Magalhães, 5214 _ Pirituba - SP.

Samba Enredo: De volta para casa

Autor: Wilson Nego Gato

De volta pra casa
Conquistei a liberdade – Bis
Com o pé pra fora estou feliz
Estou voltando a andar pela cidade

Adeus aos longos anos
De exclusão social
Vou mostrar ao mundo inteiro
Que de perto ninguém é normal
Eu vou eu vou
Vou mostrar ao mundo inteiro
Que de perto ninguém é normal

Para viver com alegria
Vou cantar nesta folia
Conquistar minha liberdade
Com o pé pra fora voltei a viver na cidade

Meu coração bate forte com emoção
Com alegria vou cantando canção
Estou feliz vocês nem sabem – Bis
A vida sei não é só mel
Estou com meu pé pra fora do Pinel

Autoria: Assessoria de Imprensa - 10/02/10

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Prefeito Gilberto Kassab pode ser cassado - R$ 6,8 milhões ilegais na campanha

Um parecer técnico contábil da Justiça Eleitoral de São Paulo indica que 33% do total arrecadado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), na campanha eleitoral de 2008 teve origem em fontes de doações consideradas ilegais pelo Ministério Público Eleitoral.

O laudo, concluído em outubro e obtido pela Folha, indica o risco de que Kassab seja condenado em primeira instância à perda do cargo.

Em casos semelhantes, o juiz Aloísio Silveira, responsável pela ação, cassou o mandato de 16 vereadores da capital. Ele tem adotado como critério para condenar à perda de mandato contas de campanha que apresentem mais de 20% dos recursos provenientes de fontes vedadas.
A execução de sentença contra os vereadores foi suspensa até que os recursos deles sejam julgados em 2ª instância pela Justiça Eleitoral de São Paulo.

A data ainda não foi marcada. Avisado pelos assessores sobre o risco de condenação, Kassab já desistiu da possibilidade de uma vitória em primeira instância e aposta suas fichas no Tribunal Regional Eleitoral.

Em maio do ano passado, o promotor eleitoral da capital Maurício Antonio Lopes apresentou à Justiça representações para promover a revisão e a rejeição das contas dos candidatos Kassab, Marta Suplicy (PT) e Geraldo Alckmin (PSDB) e de vereadores eleitos. Pareceres semelhantes foram elaborados em setembro passado para as representações contra Marta e Alckmin. O laudo relativo à petista indica que ela teria recebido R$ 3,8 milhões de fontes apontadas como ilegais pela Promotoria.

O levantamento sobre as contas de Alckmin aponta o recebimento de R$ 2,1 milhões de doadores impedidos pela legislação segundo os critérios da promotoria. Nos dois casos os valores não ultrapassam os 20% de doações de fontes vedadas, usados como critério de condenação pelo juiz Silveira.

Fontes vedadas

Na representação contra o prefeito, o promotor indicou três tipos de fontes de doação que seriam ilegais. A primeira é a AIB (Associação Imobiliária Brasileira), entidade que, segundo Lopes, funcionou como fachada do Secovi (sindicato do setor imobiliário) para fazer doações a políticos.

Pela legislação, as entidades sindicais não podem fazer contribuições eleitorais. O Secovi nega qualquer vínculo com as doações.
O parecer da Justiça Eleitoral aponta que, segundo os critérios do Ministério Público paulista, a AIB doou ilegalmente R$ 2,7 milhões para Kassab.

Para a Promotoria, também foram fontes ilegais de recursos construtoras que são acionistas de concessionárias de serviços públicos. A lei proíbe as concessionárias de realizarem contribuições para as campanhas.

De acordo com o promotor, as empresas “não são diretamente concessionárias de serviços públicos, mas apenas integrantes, acionistas, investidoras, associadas em consórcio ou sob a forma de holding ou conglomerado econômico que, em derradeira análise, seriam os concessionários diretos”.

São apontadas na representação as empreiteiras Camargo Corrêa, OAS, Serveng Silvisan, CR Almeida, Carioca Christiani Nielsen, S.A. Paulista e Engeform. O levantamento da Justiça Eleitoral conclui que o total das doações dessas companhias foi de R$ 6,8 milhões.

Outro doador considerado ilegal pelo promotor foi o Banco Itaú S.A. De acordo com a representação, ele não poderia fazer contribuições ao então candidato Kassab porque a Prefeitura de São Paulo efetua pagamentos para parte dos funcionários pelo banco.

Em 2008, a instituição financeira doou R$ 550 mil para a campanha do atual prefeito, segundo o laudo da Justiça.

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Campanha " Kassab dá um computador para a Subprefeitura de Perus "

Kassab dá um computador para a Subprefeitura de Perus .


Por que Perus não pode ser igual as outras subprefeituras que respondem e-mail, dão informação via Twitter e atualizam as noticias do site da subprefeitura?

Não sei se o Sr. sabe mas desde o dia 27/10/2009 não existe atualização de noticias na Subprefeitura de Perus, lá ninguem responde os e-mails pois mandei um e-mail a mais de 6 meses e não tive resposta, eles não tem Twitter ou qualquer perfil em rede social, acho que o Sr. e o Sr. Governador poderiam fazer uma força e comprar um computador para a Subpreitura de Perus.

O povo agradece!

Dengue coloca Perus em alerta

Dos 96 distritos da cidade de São Paulo, 29 estão em alerta com risco de infestação pelo mosquito da dengue, segundo mapa divulgado ontem pela Secretaria Municipal da Saúde. Em três regiões da zona norte - Jaraguá, Perus e Pirituba - a situação é pior e há risco de surto da doença. O mapeamento leva em conta o índice de densidade larvária, indicador que mostra o grau de infestação de larvas do mosquitos.


A coordenadora do Programa Municipal de Combate e Controle de Dengue, Bronislawa de Castro, explica que a divulgação do índice serve como um norte para as ações do poder público, mas todo o município está recebendo atenção. As três regiões com maior risco neste ano, por exemplo, tiveram de um a cinco casos registrados no ano passado.


"Nas regiões de alto risco, imóveis são visitados em regime de mutirão para retirar criadouros e há instalação de telas de vedação nas caixas d?água e reforço de operações de limpeza", afirma a coordenadora. Bronislawa explica que as ações devem diminuir a densidade larvária, minimizando o risco da doença. A técnica lembra que a população pode telefonar para o número 156 para denunciar focos do mosquito.




De acordo com o médico epidemiologista da Santa Casa de São Paulo, José Castro de Morais, é difícil diagnosticar o local exato onde as pessoas foram picadas pelo inseto. "O paciente pode estar de passagem por Pirituba, por exemplo, ser picado e registrar o caso no hospital de outro local", explica. "O perigo maior é para as pessoas que moram na região de risco e estão expostas ao mosquito."




Para identificar locais com maior risco de surto da doença, o governo do Estado usa um outro indicador, chamado índice de Breteau - quando ele fica acima de 1 quer dizer que foram localizadas larvas do mosquito em um imóvel a cada cem analisados. Cidades como Potim e Guarujá, e bairros paulistanos como Vila Sônia, apresentam o índice superior a 1 e são alvos de campanhas e ações de controle da Secretaria da Saúde.



Locais mais afetados

Há risco de surto da doença em Jaraguá, Perus e Pirituba, na zona norte. Os distritos em estado de alerta são: Anhanguera, Brasilândia, Casa Verde, Freguesia do Ó, Jaçanã, Mandaqui, Santana, São Domingos, Tremembé, Vila Maria, Vila Medeiros (zona norte); Artur Alvim, Carrão, Cidade Líder, Ermelino Matarazzo, Itaquera, Lajeado, São Miguel, Vila Jacuí (zona leste); Campo Grande, Campo Limpo, Capão Redondo, Cidade Ademar, Socorro (zona sul); Alto de Pinheiros, Butantã, Itaim Bibi, Morumbi (zona oeste); Bela Vista (centro). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Será que Perus vai ser beneficiado pelo Plano Diretor

Prefeitura aposta em áreas mistas, mas nem toca no assunto de um hospital em Perus.

Ideia é estimular a criação de residências perto de onde estão os empregos e desenvolver polos econômicos

O prefeito Gilberto Kassab garante que tem lançado mão dos instrumentos previstos no Plano Diretor para realizar operações urbanas que intensifiquem o uso misto de bairros de São Paulo. "Numa cidade de 11 milhões de habitantes, tem de haver investimentos de moradia perto do emprego e, se necessário, até incentivos públicos para empreendimentos perto da moradia", disse o prefeito ao Estado.

"Na medida em que você aproxima a moradia do emprego, diminui a necessidade de contínuo investimento em infraestrutura, principalmente em transporte público, para levar e trazer as pessoas", constata Kassab. "Temos de privilegiar as moradias ao longo do transporte público, principalmente do metrô. A criação de bolsões (residenciais) não está de acordo com nossa visão de cidade justa e ideal. É privilégio para poucos em detrimento do trânsito e do transporte."


Ele diz que a Secretaria de Desenvolvimento Urbano foi criada exatamente para racionalizar o uso do espaço de São Paulo. "Há 40 anos, os prefeitos não pensaram que a cidade precisaria de parques e não desapropriaram áreas para isso", critica. "Não fizeram investimentos ou criaram áreas de incentivos para levar indústria, comércio, emprego a regiões aonde estavam sendo levadas milhares de moradias."

Kassab afirma que sua administração está buscando "um ponto de equilíbrio", atendendo, com transporte, as pessoas que moram em um lugar e trabalham noutro, mas também criando "incentivos para investimentos da iniciativa privada que gerem empregos em regiões de alta densidade de moradia". Para orientar os investimentos, a Prefeitura promove operações urbanas, nas quais autoriza construções acima do permitido, exigindo como contrapartida a compra, pelo empreendedor, de Certificados de Potencial Adicional de Construção (Cepacs), títulos emitidos pelo Município.

A operação urbana mais avançada é a Água Espraiada, executada ao longo da Avenida Jornalista Roberto Marinho, no sudoeste da cidade. Com recursos dos Cepacs, o prefeito planeja investir R$ 750 milhões em transporte de massa, R$ 590 milhões no sistema viário, R$ 240 milhões em moradia para milhares de famílias de baixa renda que vivem em condições inadequadas na região e R$ 30 milhões em áreas verdes e melhorias de drenagem.

Os investimentos no sistema viário incluem o prolongamento da Roberto Marinho, um túnel até as Rodovias Anchieta e Imigrantes e uma "avenida-parque" sobre esse túnel, para o trânsito local, que não chegará até as duas estradas, mas servirá de reurbanização e qualificação, no bairro do Jabaquara. A Operação Água Espraiada "está mudando o paradigma de operações urbanas", diz Kassab, e seu modelo será replicado noutras áreas da cidade.

Segundo o prefeito, a prioridade é um plano de revitalização da zona leste, baseado numa lei de incentivo específica para a região, já aprovada. Seu eixo principal é a conclusão do Complexo Jacu-Pêssego, que cruza o bairro de Itaquera e interligará o Trecho Sul do Rodoanel à Marginal do Tietê e às Rodovias Presidente Dutra e Ayrton Senna.

"Com a intensificação da circulação de carga por ou para São Paulo pelo Rodoanel e Jacu-Pêssego, e mais as áreas de incentivos fiscais (ISS e IPTU) e operações urbanas, vamos ter a oportunidade de gerar investimentos lá que enraízem as pessoas com atividades econômicas locais: armazenamento, indústria, serviços e comércio", espera Kassab.

Segundo ele, há várias ideias no sentido de "direcionar o crescimento da cidade pelos eixos da orla ferroviária". Os projetos das Diagonais Norte e Sul estão entre elas (veja o mapa). O primeiro vai do centro, Água Branca e Lapa para Vila Leopoldina, Pirituba e Perus, entre outros bairros. O segundo liga o centro, o Ipiranga, o Brás e a Mooca ao ABC. A partir daí, encontra-se com o polo de Desenvolvimento Sul, região industrial próxima à Represa de Guarapiranga e ao bairro de Interlagos. São áreas por onde passam as linhas férreas da CPTM, com galpões, indústrias e muito potencial de ocupação.

Na zona norte, o prefeito planeja criar o Centro de Convenções de Pirituba, uma área de 5 milhões m², que, além dos pavilhões para feiras e espaços para congressos, deverá ter a seu redor hotéis, centros comerciais e de entretenimento, incluindo uma arena multiuso. "É uma área muito bem localizada, a 30 minutos de Campinas, na esquina do Rodoanel com a Rodovia dos Bandeirantes", ressalta Kassab.

A Nova Luz, como é chamado o projeto de revitalização da cracolândia, será a "vitrine" para outras áreas do centro da cidade. A ideia é alargar as calçadas, reduzir o tráfego de automóveis e incentivar a ocupação também à noite, com bares, restaurantes e prédios residenciais, misturando as classes média e baixa. O objetivo é atingir uma densidade de 350 habitantes por hectare. Hoje, é dois terços disso.

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Nota à imprensa sobre morte de moradora de Perus

NOTA À IMPRENSA

A Subprefeitura Perus lamenta o acidente ocorrido nesta terça-feira (5) na rua Dedalion, no Jardim Adelfiore, Zona Norte. Foi aberto um procedimento administrativo interno para apurar a ocorrência. Esclarecemos que no local existe uma escada hidráulica com aproximadamente 200 metros de extensão, destinada a encaminhar as águas pluviais para as galerias, reduzindo a velocidade de escoamento. Na manhã desta quarta-feira foram determinadas uma vistoria no local e a imediata instalação de uma nova grade de proteção.

Solange Spiandorin

Assessoria de Comunicação

Subprefeitura de Perus

http://perus.prefeitura.sp.gov.br

Subprefeitura de Perus sumiu

Realmente estou ficando com medo, Perus está virando um verdadeiro "Lost", primeiro os zeladores de praça , depois o carro de captura de animais do centro de zoonose e agora a Subprefeitura inteirinha!

Felizmente o subprefeito não foi abduzido, já que ele não mora em Perus, alias ele nem mora em São paulo, ele está de férias em algum lugar bem longe, afinal deixar o Bairro de Perus e Anhanguera nas condições que está deve dar um trabalho dantesco.

Poxa, tudo isso foi acontecer logo agora que iriamos fazer uma campanha para comprar um computador para a subprefeitura poder entrar na Internet e responder e-mails e ter um perfil no Twitter.


Voltamos a estaca zero, estamos a 3 meses sem contato, nada na página da subpreitura de Perus e tão pouco no site da prefeitura.


Só restou uma saida!! Entrar no bendito diário oficial, logo ele que foi desenvolvido para ninguem encontrar nada, nem o
filme de orientação Dharma pode revelar os seguedos do diario oficial da cidade de São Paulo, mas minha persistência me fez encontrar alguma coisa entre aquelas milhares de informações sem nexo.

Olhem essa linha abaixo, não é nenhum dialeto Voodoo, isso é uma URl (endereço de Internet) , não, não é simplismente a maior URL do mundo, que nem o Oraculo "Google " foi capaz de pronuncia-la, essa URL contem o segredo da subprefeitura de Perus!

http://www.imprensaoficial.com.br/PortalIO/DO/BuscaDO2001Resultado_11_3.aspx?f=xhitlist&xhitlist_sel=title%3bField%3adc%3atamanho%3bField%3adc%3adatapubl%3bField%3adc%3acaderno%3bitem-bookmark%3bhit-context&xhitlist_vpc=first&xhitlist_s=&xhitlist_q=%28perus%29&filtrotodoscadernos=True&xhitlist_xsl=xhitlist.xsl&filtrocadernossalvar=todos%2cexeci%2cjucii%2casb%2cexecii%2cjudciii%2cjc%2ctrt2r%2cjudel%2cjudipi%2cjudipii%2ctrt15r%2cemp%2csup%2cdouj%2cdom%2ctjm%2ctre%2ctrt2aa%2cjfd%2coab&xhitlist_mh=9999&filtropalavraschave=perus&filtrotipopalavraschavesalvar=UP&xhitlist_vps=15&xhitlist_x=Advanced&xhitlist_hc=[XML][Kwic%2c3]

Melhor usar essa URL encurtada :

http://bit.ly/5IQZsU

Ai está, quem sabe você encontre para aonde vai o dinheiro destinado ao Bairro e o que a subprefeitura faz por você!

Feliz 2010 a todos


Feliz 2010 a todos.