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Noticia da subprefeitura de Perus enfatiza "reúne bom público" mesmo sem convidar população

Noticia da prefeitura enfatiza "reúne bom público" mesmo sem convidar toda população..

Para acabar com a enchente é só arrumar o rio??
Ciclovias, playground e pista de skate, e o Hospital?

O POVO É ENGANADO MAIS UMA VEZ!


Texto da prefeitura:

Os moradores não foram convidados?

Encontro Comunitário do Parque Linear reúne bom público no CEU Perus

O 1º Encontro Comunitário Parque Linear Ribeirão Perus, realizado no último dia 26, no CEU Perus, reuniu bom público.

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O 1º Encontro Comunitário Parque Linear Ribeirão Perus, realizado na última segunda-feira (26), à noite, no CEU Perus, reuniu bom público. Na oportunidade, os arquitetos da Subprefeitura Perus e da Fundação para a Pesquisa Ambiental (FUPAM), todos responsáveis pelo projeto, expuseram os objetivos e as intenções da obra, que será realizada com recursos dos créditos de carbono.

Os destaques ficaram para a melhoria na qualidade de vida da população, a despoluição do rio, a formação de lagos naturais, além da oferta de equipamentos públicos, como ciclovias, playground e pista de skate, mas principalmente o fim das enchentes.

Por sua vez, os moradores que estão nos chamados ‘Núcleos’ – Areião, Junção Perus – Areião, Reserva, Recanto dos Girassóis e Central – e serão contemplados com o Parque Linear, participaram ativamente com vários questionamentos.

Eles, inclusive, foram convidados a responder a duas questões básicas: O que achou da proposta do parque e Como você pretende participar da gestão do parque? As respostas podem ser encaminhadas diretamente à Coordenadoria de Planejamento e Desenvolvimento Urbano (CPDU), na Subprefeitura Perus, de segunda a sexta-feira, das 9 às 17 horas.

Além disso, também será formada uma comissão de moradores que participará ativamente na elaboração definitiva do projeto do Parque Linear Ribeirão Perus. O objetivo do trabalho do poder público em conjunto com a comunidade é construir um projeto que contemple as necessidades de ambos.

Prefeitura

Mesmo fora da realidade vereadores falam sobre o Bairro de Perus


Subprefeitos falaram dos problemas encontrados em seus bairros, mesmo fora da realidade vereadores falam sobre o Bairro de Perus, só falaram, nenhuma atitude foi tomada.
O subprefeito de Perus, Celso Capato. que está a poucas semanas no cargo compareceu representando Perus, com certeza ele teve muito que falar pois deve conhecer muito Perus, principalmente do GMaps.


Com o objetivo de averiguar como as subprefeituras estão trabalhando para conter os alagamentos provenientes das chuvas, a CPI das Enchentes ouviu, nesta quarta-feira (02/06), os subprefeitos de Pirituba, Casa Verde/Cachoeirinha, Freguesia do Ó/ Brasilândia e Perus.

Andréa Catharina Pelizari, subprefeita de Pirituba, falou que há em média 23 pontos de enchentes na região. “Esse ano conseguimos diminuir alguns pontos, mesmo com as fortes chuvas do começo do ano”, disse Pelizari.

O vereador José Police Neto (PSDB) questionou quais são as intervenções no sistema de microdrenagem e quais os esforços que estão sendo feitos para amenizar os danos causados durante as chuvas de verão. “Houve um grande esforço das nossas equipes, também fizemos uma parceria com a Sabesp para limpeza noturna dos bueiros e a limpeza do córrego Chica Luiza”, disse a subprefeita.

Walter Abrahão Filho, subprefeito Casa Verde/Cachoeirinha, comentou os pontos críticos da região. “ No Jardim Peri há um projeto de alargamento do córrego na Rua Brasiluso Lopes; há também um projeto da Siurb, que está em fase de licitação para abertura do Córrego Papaterra Limonge. Há o caso da avenida Ordem e Progresso que sofre com o refluxo do rio Tietê quando este enche”, informou Abrahão Filho.

O subprefeito da Casa Verde comentou a implantação das calçadas verdes. “São quatro quilômetros na zona industrial do Limão, nossa meta é chegar a 40 quilômetros. Construímos canteiros com plantio de 10 mil árvores. O objetivo é aumentar a permeabilidade da região, que tem muito concreto”, disse Abrahão.

Nesse último ano, a subprefeitura de Perus tem intensificado a limpeza de galerias e bocas de lobos. “O problema de enchente em Perus é o grande volume de água que o Ribeirão Perus recebe de Pirituba. Para melhorar a absorção de água foi contratado o projeto do Parque Linear Perus. Há também um projeto para armazenar água. É um reservatório com capacidade de 195 mil metros quadrados (área de retardamento)”, explicou o subprefeito de Perus, Celso Capato.

José Police Neto comentou a peculiaridade da região de Perus. “Há um declive que facilita a microdrenagem, por outro lado faz com que água ganhe uma velocidade e não consiga ser contida”, disse o vereador.

No caso da Brasilândia, o subprefeito Marcelo Bruni falou dos problemas enfrentados no Córrego do Bananal, localizado na região mais baixa do bairro para onde escoa toda água do distrito.

Participaram os vereadores José Police Neto (PSDB); Abou Anni (PV); Alfredinho (PT); Gilberto Natalini (PSDB); Adilson Amadeu (PTB), presidente; Wadih Mutran (PP), relator; José Américo (PT) e Quito Formiga (PR).


[Fonte]

Serra e Kassab põe a culpa na água e nos pobres

60 mortes em 60 dias. Quando começa a vacinação em massa em São Paulo ?

Desde que a chuva começou, há dois meses, morreram sessenta pessoas em São Paulo.

Um morto por dia.

Parece o Afeganistão.

Zé Alagão não faz nada.

Põe a culpa na água e nos pobres – trololó que o PiG (*) repete incansavelmente.

Quando ele e a Globo inventaram a epidemia de gripe suína e ele suspendeu as aulas em São Paulo, parecia merecer o título de “melhor Ministro da Saúde da História”, que o ministro serrista Nelson Jobim lhe conferiu.

Zé Alagão suspendeu as aulas, mas não suspendeu os jogos do Brasileirinho no Morumbi, para não atrapalhar a Globo …

Agora, sim, é que ele tinha que mostrar que foi um Ministro da Saúde que fez muito mais do que comprar ambulâncias.


Se ele fosse um bom Ministro, mesmo, ele comemoraria o aniversário de São Paulo, nesta segunda feira, com uma campanha de vacinação em massa.

Especialmente depois que alagou a maior central de alimentos do mundo, o Ceagesp, que ficou sob as águas pútridas do rio Pinheiros. (**)

Zé Alagão tem que distribuir antibióticos em massa, para combater a leptospirose.

Zé Alagão tem que dar água pura de beber a quem tomou água pútrida ou comeu alimentos estragados na Baixada Santista.

Zé Alagão tem que distruibuir pomadas e remédios para combater a micose de pele.

Zé Alagão tem que vacinar todo mundo contra a hepatite contraída com o consumo de alimentos estragados e água contaminada.

Zé Alagão tem que sair do twitter e trabalhar.

Ou ele pensa que governar São Paulo é se eleger presidente da República ?

Eliane, cadê o Serra ?

Paulo Henrique Amorim






A SABESP, empresa exportadora de esgotos a céu aberto do governo do estado de São Paulo, é a maior vilã nessa história das enchentes, além do baixo investimento em infraestrutura e obras de contenção nas barragens das represas do estado, que quando vazam provocam catastrofes como a de São Luiz de Paraitinga, também são ineficientes na gestão da construção de obras de galerias e da preservação, seja no campo em áreas de mananciais, seja nos centros urbanos da cidade, com estações de esgots que sempre vazam dejetos devido problemas em peças de má qualidade ou pela necessidade de troca, ou, e falhas, serviços que encarecem o valor dos serviços prestados e com má atuação. Um lixo!!!!!!!!!!!

Resultado: Demanda Bioquímica de Oxigênio, um termo utilizado por técnicos que atuam no tratamento de esgotos domésticos.

Na ´água que contém esgotos, o DBO. Ou seja, tem fezes em grande quantidade na água..

E a população, que não tem outra opção, não tem outra alternativa, nemtem pra onde correr e a prefeitura não ajuda em nada, ma população faz o que:???

Anda no meio da água, e se anda np meio da água o que mais poderiamos esperar como resultados clinicos???????

Dpenaças mais transmitidas pela mosca da SABESP

HEPATITES A e E
FEBRE TIFÓIDE
CÓLERA
DENGUE







[Fonte]

SABESP é a culpada de tudo e ninguem faz nada

SABESP é a culpada de tudo e ninguem faz nada!

A SABESP cobra pelo tratamento de esgoto, mas joga esgoto in natura no rio.
SABESP, o desrespeito a lei e ao seu bolso.
A água distribuída pela Sabesp é imprópria para consumo humano .
Descaso da SABESP
Causas das enchentes em Perus
Cidades de Atibaia, Caieiras e Franco da Rocha são inundadas por culpa da SABESP



Água consumida nas praias está contaminada

Folha de S.Paulo

A água distribuída pela Sabesp durante a maior parte do ano passado em Bertioga, no litoral de São Paulo, estava imprópria para consumo humano segundo relatório feito pela própria empresa.


Os dados mostram que a água apresenta coliformes termotolerantes (que aponta que houve contato com o esgoto). O mesmo problema também foi detectado em Praia Grande, mas em menor escala. O mesmo relatório aponta ainda graves problemas na água distribuída em outras cidades do litoral paulista, com a presença de coliformes totais (oriundos de matéria orgânica), como em São Vicente, Praia Grande, Mongaguá, Itanhaém, Ilhabela e Vicente de Carvalho, distrito de Guarujá.

Em Bertioga, a presença de coliformes termotolerantes aparece em ao menos 4 dos 11 meses analisados (os dados de dezembro não estão disponíveis). A presença desses coliformes pode ser indicativo de contaminação por algum tipo de bactéria que causa doenças como febre tifóide, febre paratifóide, desinteria e cólera.

Uma portaria do Ministério da Saúde diz que a água só é potável se não houver presença desse tipo de bactéria. De acordo com o diretor de Sistemas Regionais da Sabesp, Umberto Cidade, a presença de coliformes termotolerantes nunca foi confirmada na reanálise do material. Ele só não explicou por que os registros se concentraram em Bertioga (leia mais ao lado).

Nas outras 11 cidades do litoral paulista atendidas pela Sabesp, só foi constatada a presença desse tipo de bactéria em uma amostra (entre 150) da Praia Grande, em outubro. A portaria também estabelece que não é aceitável a presença de coliformes totais em até 5% das amostras.

Em Bertioga, esse índice foi superado em todos os meses. No posto de cloração da Riviera de São Lourenço, o índice só ficou abaixo de 5% em fevereiro. Também houve detecção de coliformes totais em São Vicente (oito meses), Praia Grande (cinco meses), Mongaguá (quatro), Itanhaém (três), Ubatuba (dois), Ilhabela e Vicente de Carvalho --distrito do Guarujá -- (uma vez cada um). Os coliformes totais são indicadores de que o sistema é vulnerável a outros organismos que podem ser prejudiciais.

Doenças
De acordo com o gastroenterologia da Unifesp Sérgio Domingues, a água contaminada pode causar doenças do tubo digestivo que provocam a diarreia ou ainda viroses do tipo hepatite ou rotavírus.

Segundo ele, é importante procurar um serviço de saúde. Grupos de risco, crianças ou idosos, por exemplo, devem ter especial atenção.

Ele afirma ainda que no verão essas doenças aparecem com mais frequência, principalmente no litoral.

[Fonte]

Gilberto Kassab diz que a culpa da enchente é do Serra

Parque linear e serviços da Sabesp poderiam ter impedido enchente em Perus!

Para Kassab, corte na varrição e obra na marginal não agravaram caos da chuva e culpa por enchentes em São Paulo e antecessores (Serra?).

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), negou, nesta quarta-feira (9), que o contingenciamento de 20% no orçamento do serviço de varrição de ruas da capital paulista tenha colaborado para os danos causados pela chuva que atingiu a cidade na terça-feira (8). O prefeito participou do lançamento da Virada Esportiva num hotel na Zona Sul da cidade.


A chuva que atingiu a cidade causou diversos pontos de alagamento, derrubou árvores, fios elétricos, causou pane na Telefonia e travou o trânsito. Durante todo o dia, a lentidão na capital ficou acima da média. “Foi uma chuva muito atípica, talvez na cidade de São Paulo, [tenha sido] o dia com maior quantidade de chuva do mês de setembro”, afirmou Kassab.


O prefeito disse ter feito os investimentos necessários em coleta de lixo, drenagem, criação de área permeável, limpeza de bueiros e outros serviços. “Investimos o suficiente e temos que cobrar que as empresas [de coleta] trabalhem corretamente”, afirmou ele. De acordo com o prefeito, se for comprovado que as empresas não estão atuando bem haverá punições.

“Acho que é mais do que suficiente R$ 903 milhões [de investimentos em coleta de lixo em 2008]. Só falta alguém dizer que temos de investir mais. É mais do que adequado para uma cidade que tem orçamento de R$ 25 bilhões”, afirmou ele, que repetiu diversas vezes o valor gasto durante a entrevista.



O prefeito determinou o corte de 20% no orçamento dos últimos cinco meses do ano dos serviços de varrição. O orçamento previsto para a área em 2009 era de R$ 264 milhões. Além de varrição, o trabalho inclui a retirada de entulho, lavagem de monumentos, escadarias, calçadões, de ruas após a realização de feiras, e pinturas de guias e sarjetas. De acordo com a Secretaria Municipal de Serviços, cada subprefeitura esta refazendo seu planejamento de varrição para se adaptar ao corte.



Para o prefeito, colaborou para o caos, o fato de a população colocar o lixo fora de casa antes do horário da coleta por não estar acostumada com chuvas fortes neste mês.


Questionado se as obras de expansão na Marginal Tietê eram inapropriadas por aumentar a área não permeável na cidade, o prefeito disse que não e afirmou ter ampliado o número de áreas verdes com a criação de mais de 30 parques.





O prefeito Gilberto Kassab (DEM) afirmou ontem não ter reduzido os investimentos para controle de enchentes em São Paulo - apesar dos cortes recentes feitos no orçamento da limpeza pública - e atribuiu a responsabilidade do problema ao pouco investimento feito pelos seus antecessores. "A Prefeitura está preparada de acordo com a dimensão dos investimentos na cidade nos últimos 50 anos", justificou o prefeito.

Ele negou que os pontos de alagamento tenham relação com cortes na limpeza pública. "A Prefeitura deve estar preparada para as enchentes. Não. A Prefeitura deve estar preparada para as chuvas. É evidente que, em uma cidade como São Paulo, ela tem as suas dificuldades na convivência com a chuva", disse o prefeito, por volta de meio-dia de ontem.



O corte no orçamento da limpeza foi de 20% neste ano. Com a medida, deixaram de ser limpos o equivalente a 1.388 quilômetros de vias - grande parte está localizada na região central e no centro expandido da capital. A verba cortada é de R$ 54 milhões.



A Prefeitura alega que o contingenciamento de verba ainda não foi aplicado e que a relação entre diminuição na limpeza e aumento do lixo nas ruas não pode ser feita. Outra alegação da gestão é que há vários "pontos viciados" de descarte irregular de lixo na cidade. Segundo a administração municipal, as subprefeituras ainda negociam com as concessionárias um novo plano de varrição das ruas.



Realidade no centro



Na região da Rua 25 de Março eram os ambulantes que recolhiam os restos amontoados nos bueiros. "Se não fizermos isso, entope tudo, a água sobe demais e não deixa ninguém passar", disse o ambulante Phil Weber. Segundo ele, até as 15 horas de ontem, apenas um varredor havia passado pela principal rua comercial da cidade. "Ele não dá conta e a gente acaba fazendo o trabalho que é responsabilidade da Prefeitura."



O lixo se espalhou pelo centro. Na Praça Fernando Costa, na frente do Terminal do Mercadão, sacos plástico, caixas de papelão, garrafas PET e muito papel ocupavam a calçada. No Largo do Paiçandu, lixo era visto por todos os lados.



Kassab prometeu punir as empresas que descumprirem os contratos do lixo. "A Prefeitura está se esforçando para que haja um rigor muito grande em relação às empresas concessionárias (de limpeza urbana) que prestam serviço à cidade de São Paulo. Elas têm compromissos contratuais e, portanto, aquelas que não cumprirem seus deveres serão penalizadas." Segundo Kassab, os contratos com as empresas serão analisados para não haver "leviandade".



Verba



O combate às enchentes realizado com dinheiro dos cofres da Prefeitura de São Paulo consumiu de janeiro a julho deste ano um total de R$ 132,8 milhões, ante R$ 112,3 milhões desembolsados no mesmo período do ano passado. Entre dez principais ações na área de prevenção às enchentes, o Executivo municipal não gastou neste ano nenhum centavo dos R$ 87.325 orçados para a conservação e manutenção de canais e galerias, por onde escoa a água.

Diariamente, as empresas que fazem a limpeza da cidade varrem 6.941 km de ruas. São 1,88 milhão de metros quadrados de calçadas que os garis percorrem. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Prestação de Serviços de Asseio e Conservação (Siemaco), desde que foi anunciado o corte, as empresas demitiram 1.600 funcionários.

Fonte: G1 e Estadão - foto: Antônio Cruz/ABr